Jovem Aprendiz Senai: Veja como participar!

Programa de Aprendizagem Industrial

É um tipo de educação profissional voltada a qualificar jovens aprendizes para indústria, que envolve atividades teóricas e práticas, organizadas em tarefas de complexidade progressiva, desenvolvidas no ambiente de trabalho e caracteriza-se pela articulação entre formação e trabalho.

A condição de aprendiz ocorre no ato da contratação do jovem pela empresa simultaneamente com a matrícula em curso de aprendizagem do SENAI. Esse contrato tem prazo máximo de dois anos.

Os jovens aprendizes podem ter entre 14 e 24 anos. A idade máxima não se aplica a pessoas com deficiência.

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Para conferir o CRONOGRAMA DE CURSOS DE 2016, basta clicar aqui.

Contratação de Aprendizes

A Empresa que deseje participar do Programa de Aprendizagem do SENAI-PE deve:

  • Identificar o curso conforme área de atendimento da empresa, acessando Curso/cronograma do SENAI;
  • Para contratar um aprendiz, a empresa deverá protocolar um Requerimento na escola SENAI que oferte o curso;
  • Para os programas de Aprendizagem profissional em nível de formação inicial a empresa encaminha os jovens para matrícula no SENAI;
  • Para Aprendizagem profissional em nível técnico médio, os aprendizes podem ser encaminhados pelas empresas para matrícula no SENAI ou podem ser encaminhados para a empresa os alunos aprovados em processo de seleção externa do SENAI.

Cotas de aprendizes

Os estabelecimentos de qualquer natureza – excluindo-se as microempresas, pequenas empresas e as entidades sem fins lucrativos (ESFLs), que têm por objetivo a formação profissional – são obrigados a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem um número de aprendizes equivalente a cinco por cento, no mínimo, e quinze por cento, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional.

A cota, portanto, corresponde ao número de aprendizes resultante da aplicação dos referidos percentuais, segundo fatores e critérios estabelecidos pelo Poder Público.

Cabe às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego fiscalizar o cumprimento das cotas de aprendizes de cada empresa.

Orientações sobre Prática Profissional do Aprendiz na Empresa ( anexo 2)

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